01) Acordar do sono induzido os Fundamentos, Princípio Fundamental, Direito Fundamental XX e meios de exercício da Soberania Popular (CF).
02) “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos” ; onde são citados os partidos-atravessadores? (CF, art. 1º, § ún.).
03) O monopólio partidário (CF, art. 14, §3º, V) confronta o “pluralismo político” (art. 1º, V) e é, pois, inconstitucional.
04) O pluralismo político (todas as correntes) Fundamento V da República, não é sinônimo de pluripartidarismo (CF. art. 17), como entenderam as legendas.
05) CF, art. 5º, XX: “ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado”; qual outra acolhida aos avulsos pode ser requerida? (CF, art. 14, §3º, V)?
06) A Cidadania é Fundamento II da República sem definição nem direitos (CF, art. 1º, II).
07) Cidadania é o direito da iniciativa de planejar o seu Município.
08) Dentre os maiores partidos, MDB, PSDB, DEM e PP foram criados por leis de exceção. As normas valeram para os outros.
09) O Brasil é uma Federação de entes autônomos (União, Estados/DF e Municípios); na contra-mão, os partidos são nacionais com sedes em Brasília e suas diretrizes atropelam autonomias.
10) Partidos estaduais são patamares federativos indispensáveis para acesso e decesso do âmbito nacional, e reforçam a vida política local hoje refém de Brasília.
11) Vereadores profissionais de Municípios com menos de 500.000 habitantes têm custo / benefício ruim; preferível avulsos sem custos.
12) Por que a Câmara nega o Ouvidor do Povo?
13) O Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01) invade a autonomia municipal ao legislar sobre cidades (182/3).
14) A responsabilidade pelos erros cometidos em qualquer dos três Poderes deve ser igual à hoje imposta aos membros do Executivo.
15) “Todo o poder emana do povo”: pois sim, já foram promulgadas 107 Emendas à CF (PECs) e só convocaram um plebiscito e um referendo.
16) Os mandatos proporcionais (art. 14, §3º, V) não podem ser dos partidos pois já pertencem ao povo (Princípio Fundamental, CF, art. 1º, § Ún.).
17) As fundações das siglas custam 20% do Fundo Partidário pago pelo povo e não lhe retribuem com qualquer serviço.
18) Se cada um dos 16,5 milhões de filiados a partido, que participa do monopólio eleitoral, pagasse mensalidade de 2 passagens de ônibus, os demais 131 milhões de eleitores (e os que não podem votar) implodiriam os dois Fundos vergonhosos.
19) Será voto direto o sistema onde 11% dos eleitores dita aos outros 89% em quem se pode votar?
20) Pluralismo político abriga todas as doutrinas; aqui, temos 33 legendas, 4 são comunistas democráticas e a maioria das outras é oportunista.
21) Monopólio eleitoral é antônimo do pluralismo político; ambos estão na CF.
22) Mandatos eletivos são de 4 ou 8 anos; dirigentes de partidos podem ser eternos.
23) Sem avulsos, não há pluralismo político nem democracia.
24) A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo; o nosso modelo é isso mesmo, com partidos no lugar de povo.
25) Nenhum órgão controla nosso processo legislativo.
O Brasil é uma República Federativa composta de entes (União, Estados ou DF, e Municípios) autônomos. Basicamente, os Municípios cuidam dos assuntos locais. Não existem cidadãos federais, estaduais, distritais e municipais; cada um de nós integra cada um dos diversos entes. O maluco que se acha federal e maior que um estadual ou municipal, é ruim da cabeça ou doente do pé. Dependendo da hora, somos federais, estaduais (ou distritais) e municipais; pois votamos no prefeito, governador, presidente e parlamentares correspondentes. Completo: os Municípios se repartem em distritos, cujas sedes são vilas. A sede do Município é a vila do 1º distrito que virou cidade. Chamar Município de cidade é um equívoco ou uma tentativa de furar a autonomia municipal e meter o bedelho via a cidade. Se o leitor achar que a idade provecta me bagunça as idéias, bem pode estar certo, mas é o que leio na CF e na legislação.
Somente bancadas de partidos elaboraram a Constituição. Como Mateus, cuidaram dos seus. Somente bancadas de partidos votam leis. Como Mateus, embalam os seus. Acho curioso que uma República Federativa só tenha partidos de âmbito nacional, com sede em Brasília. Pois quando os dirigentes nacionais decidem uma diretriz nacional, sem confirmação local, estão a cometer uma inconstitucionalidade proibida a presidentes e governadores, como confirmou o STF na pandemia. Se o tema interessa o leitor, busque a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental proposta pela OAB sob o nº 672. Existindo esta ADPF, partidos políticos nacionais devem cuidar dos temas nacionais e há que haver partidos estaduais, distritais e municipais ou solução outra que atenda ao nosso caráter federativo. Reconheço ser pessoa de ralo saber jurídico, mas todos devemos respeitar, amar e cumprir a CF e como seria tal possível se não entendêssemos o que estamos a ler, por hermético ao povo representado?
Sob outro prisma, a CF identifica cinco fundament6os da República (art. 1º). O quinto se refere ao pluralismo político. Como definir o conceito? Diz o Google: “Conceito ligado à própria noção de democracia, o pluralismo político é a admissão de ideias contrapostas, em todas as situações. É importante não confundir pluralismo político com multipartidarismo”. Ora, no artigo 17, quando a CF trata dos partidos, esqueceram do Fundamento da República e preferiram o pluripartidarismo. Assim, puderam criar o monopólio eleitoral, resistir aos avulsos até hoje, impingirem siglas e dirigentes eternos e criarem a cláusula de barreira que mudou de nome. Ou seja: negar o pluralismo político.
Que autonomia municipal é esta, exercida por prefeito e vereadores que representam partidos nacionais, para os quais cada Município é um alfinete de cabeça colorida a mais no mapa? E que técnica administrativa é esta que prevê plano diretor de desenvolvimento urbano (de cidade) esquecendo do Município (CF, arts. 182 e 183 e estatuto da Cidade)?
Não creio que algum candidato de partido nacional me responderá, nem ao povo de Petrópolis. Felizmente, o povo já despertou e montou o Plano Estratégico de Petrópolis 2020 (PEP20). Daqui para frente, teremos plano estratégico do povo, pelo povo e para o povo. Evoé!
Pois não é que, novamente, tornei a sonhar? Era eu, sentado naquela cadeira mais alta da mesa-ferradura da Câmara, a do vereador-presidente do Plenário. O tema que estava em debate era a situação pré-falimentar de Petrópolis, que não entendera os maydays emitidos por Brasília e Rio de Janeiro, embora estivesse na cara que, aqui como lá, a livre gastança na Casa Grande não se harmonizaria por muito tempo com o miserê da Senzala.
Já haviam falado doze vereadores, ainda faltavam dois discursos, fora o meu. O emprego de vereador era o filé-mignon de Petrópolis, pois aos ricos proventos básicos e colaterais não correspondia nada que lembrasse batente (e se alguma tarefa viesse a me caber, poderia escanteá-la para os assessores do gabinete). Mas aquelas reuniões onde o nada conduzia à coisa nenhuma eram chatas demais além da conta.
No meu sonho, embalado pela voz monocórdia do orador da vez, que tédio!, sentia-me adormecer dentro do sono. No final do mês viria o meu, de qualquer jeito; tudo bem, então. Mas por que razão sentia-me enrubescer, ter nojo daquele vazio folheado a ouro, achar inaguentável aquela parolagem sem sentido? E o meu “eu” presidente do Legislativo não teve como manter o seu papel decorativo: cortou o som do orador, passou-o para si mesmo e desabafou: “Senhoras e Senhores Vereadoras, chega! Fico vexado em ver o que fizemos deste Parlamento, que custa horrores para produzir migalhas. Petrópolis clama por controles, medidas radicais, e estamos aqui a viajar na maionese, falando abobrinhas e doidos para que acabe esta reunião oca e voltar para casa. Basta! Voltemos ao caminho certo d’antanho. Votemos uma Lei que reduza o nosso salário a zero. Rosca, nada, bulhufas. Ser edil deixará de ser boca para ser honra, e centenas de petropolitanos éticos disputarão o direito de trabalhar por seu Município, como se fossem outros tantos Ouvidores que nos recusamos a eleger. Gabinetes de assessores? Fora as exceções, cabos eleitorais carentes de rendas mesmo compartilhadas… Coloquemos em seu lugar e via Concurso, uma dúzia de bons consultores na Casa, versados em direito, contabilidade, arquitetura, engenharia, saúde pública, educação, administração pública, assistência social, RH e Previdência, ao dispor de todos. Também proibamos que o vereador indique quem quer que seja para cargo de confiança no Executivo ou Legislativo. A vereança passará a ser a representação do povo, nos termos da CF, artigo 1º, parágrafo único, aquele mesmo que não se quer ler.
Os partidos, ervas de passarinho que sufocam o Brasil, serão convidados a se refundar e não negar legenda aos candidatos a vereador apoiados pelas entidades da sociedade civil organizada. Sendo o trabalho de graça, os picaretas não vão mais disputar o cargo de edil.
E assim, nós quinze, estaremos economizando entre vinte e cinco e vinte e sete milhões por ano, e trabalhando melhor. Leis não publicadas, Executivo ao léu, Ouvidor engavetado, audiências de fancaria, mordomias idiotas, atas atrasadas, nunca mais”.
Acordei. Tinha sido um sonho, mas estava feliz; nem que fosse só na minha cabeça e por um instante, o povo tinha recuperado 15 Vereadores.
Uma combinação perfeita”. Assim Roberto Musser definiu a parceira da ACEP com o IPG. Responsável por articular a parceria, Roberto acredita na importância de “incorporar as visões das duas organizações com o compromisso do desenvolvimento sustentável de Petrópolis. Por um lado com a gestão social participativa e por outro na criação de um ambiente favorável aos negócios”.
A parceria foi formalizada em junho e de acordo com o Presidente do IPG, Cleveland Jones, “é uma demonstração de uma colaboração que pode beneficiar ambas as partes, e ampliar a oferta de serviços úteis aos empresários e à sociedade, fortalecendo o ambiente de negócios no município e ajudando a melhorar a qualidade de vida dos petropolitanos.” Cleveland acrescentou que “o IPG está muito satisfeito com a parceria celebrada, que reúne as competências da ACEP e do IPG em prol do desenvolvimento sustentável de Petrópolis”.
Além de ofertar novos cursos focados no conceito de ESG e outros, Cleveland destaca que esta união “também permitirá ao IPG continuar ampliando sua atuação para fortalecer a gestão participativa e promover um ambiente digno de uma cidade inteligente, um objetivo comum do IPG e da ACEP.”
A Presidente de Honra do IPG, Silvia Guédon, disse estar muito contente e afirmou que “a união de instituições como o IPG e a ACEP que possuem em suas diretorias pessoas bastante capacitadas, com uma trajetória de credibilidade, proporcionará a realização de grandes projetos”.
PESQUISADORA DO PROJETO EIS DESENVOLVIDO PELO INSTITUTO PHILIPPE GUÉDON
Conhecer a rede de interações e transações dos atores do Ecossistema de Inovação Social de Petrópolis é o objetivo do projeto de pesquisa “Cartografia do Ecossistema de Inovações Sociais de Petrópolis – EIS” que está sendo desenvolvido pelo Instituto Philippe Guédon (IPG). O projeto faz parte do programa pesquisador na empresa, da FAPERJ, que financia as bolsas para os profissionais que são encarregados de fazer a pesquisa, e conta também com a parceria do IPPUR (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional/UFRJ).
A jornalista e escritora carioca, Carla Magno, é uma das pesquisadoras do projeto, coordenado pelo Dr.Gustavo Costa. Formada em Comunicação Social pela PUC-Rio, trabalhou em diversos veículos de comunicação de Petrópolis. Mestre em Educação pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), Carla participa pela primeira vez de um projeto de pesquisa com este tema. Em entrevista ao IPG, descreveu as atividades que desenvolve e também explicou sobre a importância desta pesquisa para Petrópolis.
IPG – O Instituto Philippe Guédon foi a Instituição que submeteu este projeto a um edital da Faperj. Então, poderia explicar sobre a importância de uma Organização da Sociedade Civil dar estímulo e apoio a pesquisas?
CM – Graças a essa disposição do Instituto Philippe Guédon estamos conseguindo trabalhar o nosso olhar cuidadoso e atencioso para algo que é fundamental, que é o envolvimento da população em torno das decisões e das resoluções dos problemas que são públicos, sendo assim, que atingem a todas e todos cotidianamente. Acredito que isso já é um forte indicativo sobre a importância do estímulo e do apoio à pesquisa.
IPG– O que te motivou a participar deste projeto?
CM – Ao longo de toda a minha formação, desde que comecei a tomar consciência das formas sociais extremamente injustas que sustentam esta sociedade, senti a necessidade de participar das questões públicas e de buscar caminhos, não apenas para melhorar a vida da população trabalhadora, mas para envolver as pessoas que constroem a cidade diariamente nas decisões e debates sobre suas próprias vidas, decisões estas que estão, quase sempre, nas mãos de pouquíssimas pessoas, em geral, homens brancos que ocupam os espaços de poder. Este projeto tem um objetivo incrível e muito importante que é facilitar e promover a articulação popular em torno de problemas que atingem a todas e todos nós diante do abismo social que provoca um dia a dia de luta por sobrevivência e não de vivência. Foi isso que me motivou a participar.
IPG – Qual as atividades que você desenvolve no projeto EIS?
CM – No momento estou trabalhando na parte de mapeamento de iniciativas que se encaixam no perfil das inovações sociais, assim como de seus atores de suporte, comunicação, agendamento e realização das entrevistas de cadastro. Também começo a produzir material para comunicação com a imprensa e organização de oficinas.
IPG – Quais os setores da sociedade serão mais beneficiados? Explique o porquê e quais esses benefícios.
CM – Qualquer setor que procure se organizar em torno de problemas públicos será beneficiado pelo projeto, porque ele pretende oferecer uma ferramenta de estímulo à articulação e à participação popular. Entre os benefícios que ele pode oferecer, através da plataforma digital em desenvolvimento, de perfil colaborativo, está o fortalecimento em torno das mesmas lutas com o reconhecimento de iniciativas com propósitos semelhantes; o contato com atores de suporte para apoio, financeiro ou não; a robustez na hora de demandar soluções e ações diante do poder público; ou seja, o benefício da dinamização da organização popular e da possibilidade de se criarem mais iniciativas de inovação social. Essa ferramenta pode estimular melhores práticas de transparência, participação social e gestão de informações. Conectada com uma base cartográfica, a plataforma terá a capacidade de gerar múltiplas leituras espaciais do conjunto de relações que compõem a rede do EIS, conectando suas expressões espaciais, temporais e informacionais. Além da cartografia, a plataforma pode abrigar dados e informações a respeito do EIS em diversas linguagens e formatos, como gráficos, diagramas, infográficos, dashboards, bancos de dados e mapas interativos, dentre outras formas de representação dessa complexa rede.
IPG – Qual a importância deste projeto para o município de Petrópolis?
CM – Petrópolis é uma cidade que, além de todos os problemas que já conhecemos, ligados à educação, à saúde, ao transporte, ao direito à moradia entre muitos outros, vem, mais recentemente, sofrendo com os efeitos das recorrentes alterações climáticas, muito por conta de um péssimo planejamento urbano e uma falta de atenção e de ações urgentes do poder público. Mesmo depois da inesquecível tragédia de 2022, quando terra e água levaram famílias inteiras e deixaram pessoas vivendo com esse trauma diário e com o medo de novos episódios como aquele, ainda não vemos um município preparado para lidar com as chuvas. A importância deste projeto está, justamente, em estimular e oferecer ferramentas para facilitar a organização e para incentivar a participação popular, diante deste cenário de urgência, em torno das decisões sobre nossas próprias vidas.
Entrevista à Teresinha Almeida – Gestora de Comunicação – IPG
Nesta quinta-feira (22/02), o Instituto Philippe Guédon (IPG), representado por Silvia Guédon (Presidente de Honra), Cleveland M. Jones (Presidente), Maria Cristina Franca Melo, Roberto Musser, e Luís Carlos Dias de Oliveira, receberam na sede da ACEP (Associação Comercial e Empresarial de Petrópolis), junto com Paulo Marcos dos Reis (Presidente da ACEP), a visita do Secretário de Meio Ambiente de Petrópolis, Carlos Alberto, Secretário Municipal de Meio Ambiente e de Mauro Corrêa, técnico da Secretaria de Meio Ambiente.
No encontro, o Secretário relatou o histórico do Parque Natural Municipal Padre Quinha e dos projetos que a Secretaria apresentou para a reforma do casarão do parque e da construção do novo Pavilhão Oscar Niemeyer e também o que considera os possíveis impactos do Pavilhão Oscar Niemeyer no turismo, nas ações de Educação Ambiental e na imagem de Petrópolis.
O IPG reafirmou a sua posição apartidária em prol do debate amplo e livre e o compromisso com a promoção de políticas públicas construindo um ambiente de oportunidades para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida em Petrópolis.
Em relação ao Pavilhão Niemeyer, o IPG mantém o seu entendimento de que existem assimetrias de informações e que o melhor caminho é o entendimento mútuo.
O IPG apresentou cinco propostas de projetos em temas considerados prioritários no entendimento da Secretaria de Meio Ambiente e serão desenvolvidas alternativas de parcerias com o IPG em projetos na área ambiental.
ST: Minha motivação veio muito cedo, na fase de infância, quando comecei a descobrir “O POR QUÊ DAS COISAS?”, que era uma brincadeira muito interessante e acabei descobrindo como muitas coisas, realmente, funcionavam.
Já na Universidade Católica de Petrópolis – UCP, em fevereiro/1986, quando ingressei para estudar Engenharia Mecânica, comecei a estudar e compreender melhor o funcionamento de algumas máquinas e instrumentos usados em nossa vida diária, tais como: ferramentas, eletrodomésticos, máquinas de tornearia, automóveis e seus motores à combustão interna, aviões e suas turbinas à jato, e como todas essas coisas eram projetadas, desenhadas e fabricadas. Também, fiquei impressionado como era feito o sistema de impressão de cartões, para gerarmos código de programação em computadores e a realização de determinadas tarefas.
De lá prá cá, minha curiosidade tem sido aguçada e os impactos tecnológicos em nossa vida tem sido um dos meus focos de interesse, estudo e trabalho.
IPG – Quais os benefícios da tecnologia para a gestão participativa?
ST – A tecnologia desempenha um importante papel na promoção da gestão participativa, que é um modelo de administração que envolve a colaboração ativa dos membros da equipe na tomada de decisões e no processo de gestão. Cito alguns benefícios que a tecnologia pode proporcionar à gestão participativa:
1. Comunicação Eficiente:
• Ferramentas de comunicação online (e-mails, mensagens instantâneas e plataformas de colaboração), facilitam a troca rápida/eficiente de informações entre a equipe, promovendo transparência e inclusão.
2. Colaboração Remota:
• Equipes distribuídas geograficamente usam a tecnologia na colaboração eficaz, permitindo que todos contribuam independentemente de sua localização. Videoconferências, compartilhamento de documentos online e outras ferramentas colaborativas são essenciais.
3. Acesso a Dados e Informações:
• Sistemas de gestão de informação permitem acesso fácil e rápido a dados relevantes, permitindo que a equipe de trabalho tome decisões acertadas. Para uma gestão participativa baseada em informações precisas, isso é essencial.
4. Feedback em Tempo Real:
• Plataformas digitais possibilitam a coleta e análise de feedback em tempo real. Assim, ajustes rápidos e contínuos são realizados nas estratégias, promovendo uma gestão mais ágil.
5. Participação Virtual em Reuniões e Tomadas de Decisão:
• Ferramentas de videoconferência e plataformas de votação online possibilitam a participação remota em reuniões e processos de decisão. Isso é fundamental para a inclusão de membros de equipes que podem não estar fisicamente presentes.
6. Transparência:
• Sistemas de gestão e plataformas colaborativas proporcionam transparência nas operações e processos da empresa. Isso ajuda a construir confiança entre os membros do time e promove a participação ativa.
7. Inovação Colaborativa:
• Ambientes online facilitam a co-criação e inovação colaborativa. Sendo assim, a equipe pode contribuir com ideias e sugestões de maneira eficaz, independentemente de sua hierarquia.
8. Facilitação da Gestão de Projetos:
• Ferramentas de gestão de projetos online ajudam a coordenar atividades do time de trabalho, atribuir tarefas, acompanhar o progresso e garantir que todos estejam alinhados aos objetivos em comum.
9. Flexibilidade e Agilidade:
• A tecnologia estimula maior flexibilidade e agilidade na adaptação a mudanças e na implementação de novas abordagens, alinhando-se às necessidades dos times.
10. Desenvolvimento de Competências:
• Plataformas de aprendizado online e recursos digitais são usadas para o desenvolvimento de habilidades e competências dos membros da equipe, promovendo um ambiente de aprendizado contínuo.
Em resumo, a tecnologia desempenha um papel muito importante na viabilização e no aprimoramento da gestão participativa, oferecendo ferramentas que facilitam a comunicação, a colaboração e a tomada de decisões, contribuindo para o sucesso e a eficácia desse modelo de gestão.
IPG– Como fazer com que o acesso à tecnologia seja mais acessível? A pandemia mostrou como ainda é desigual esse acesso.
ST – A redução da desigualdade no acesso à tecnologia é um enorme desafio, especialmente após a pandemia, que ampliou as disparidades existentes. Cito algumas estratégias para tornar o acesso à tecnologia mais acessível:
1. Infraestrutura de Conectividade:
• Investir em banda larga acessível e infraestrutura de rede robusta, especialmente em áreas rurais e economicamente desfavorecidas.
2. Acesso a Dispositivos:
• Criar programas que forneçam dispositivos acessíveis, como laptops, tablets ou smartphones, para comunidades carentes, estudantes e famílias de baixa renda.
3. Iniciativas de Educação Digital:
•
Iniciativas de Educação Digital: • Desenvolver programas para capacitar as pessoas a usar a tecnologia de maneira eficaz, tais como: treinamentos, workshops e recursos online gratuitos.
Parcerias Público-Privadas: • Estabelecer parcerias entre o setor público e privado, criando soluções inovadoras e acessíveis, onde empresas podem contribuir com recursos, conhecimento e tecnologia, apoiando iniciativas governamentais.
Planos de Acesso Subsidiado: • Oferecer subsídios para famílias de baixa renda, garantindo que o custo não seja uma barreira para a conectividade.
Incentivar a Produção Local de Tecnologia: • Desenvolver a tecnologia local, reduzindo custos e tornando os produtos mais acessíveis. Isso pode incluir a fabricação local de dispositivos e a criação de software de código aberto.
Bibliotecas e Espaços Comunitários Digitais: • Estabelecer espaços equipados com computadores e acesso à internet, como bibliotecas públicas ou centros comunitários, de forma que as pessoas possam acessar recursos digitais.
Reciclagem de Dispositivos: • Criar programas de reciclagem e recondicionamento de dispositivos eletrônicos, para redistribuí-los à comunidades que não têm acesso a tecnologia.
Desenvolver Conteúdo Localizado: • Criar conteúdo digital relevante e localizado, considerando as necessidades específicas das comunidades, incluindo idiomas locais, temas culturalmente relevantes e aplicativos adaptados.
Incentivar a Inclusão Digital para Grupos Vulneráveis: • Implementar programas para garantir a inclusão digital de grupos, como: idosos, pessoas com deficiência e comunidades indígenas.
Programas de Subsídios e Incentivos Fiscais: • Oferecer subsídios e incentivos fiscais para empresas que desenvolvem soluções tecnológicas acessíveis e que contribuam para a redução da desigualdade digital.
Apoiar Iniciativas de Inovação Social: • Investir em inovação social, com soluções criativas e acessíveis para resolver desafios relacionados ao acesso à tecnologia.
Essas estratégias, quando implementadas de forma coordenada e integrada, podem contribuir para reduzir as disparidades no acesso à tecnologia e promover a inclusão digital em diversas comunidades.
IPG – E para a sustentabilidade, como a tecnologia pode se tornar uma atividade mais “limpa”? Por exemplo: O trabalho em home office demonstrou um impacto ambiental negativo menor, pois o profissional diminui gastos com transporte, ou seja, menos combustível, consequentemente, menos CO2. Mas, o equipamento usado causou grandes impactos quando foi produzido.
Sergio também participa do GT de Meio Ambiente do IPG.
ST – Para tornar a tecnologia uma atividade mais sustentável e “limpa”, é fundamental considerar todo o ciclo de vida dos produtos e processos tecnológicos. Vamos a algumas estratégias para mitigar os impactos ambientais da tecnologia:
1. Design Sustentável:
• Priorizar o desenvolvimento de produtos tecnológicos, considerando materiais de baixo impacto ambiental, facilidade de reciclagem, eficiência energética e durab…
IPG –Em relação à sustentabilidade, dê um panorama a respeito das formas de trabalho atuais: à distância, híbrido e presencial. Quais os pontos fracos e fortes destas formas que impactam o meio ambiente?
ST – As formas de trabalho atuais, como presencial, à distância (teletrabalho ou trabalho remoto) e híbrido, apresentam diferentes implicações ambientais. Aqui está um panorama geral dos pontos fortes e fracos de cada uma em termos de sustentabilidade:
Trabalho Presencial:
Pontos Fortes: Interações Face a Face: Promove interações sociais e colaboração direta, o que pode levar a um melhor entendimento e comunicação entre os membros da equipe.
Pontos Fracos: Deslocamento: Geralmente, envolve deslocamento diário, seja de carro, transporte público ou outros meios, contribuindo para emissões de gases de efeito estufa e poluição do ar.
2. Consumo de Recursos no Escritório: Uso de energia, água e outros recursos no local de trabalho físico.
Trabalho à Distância (Teletrabalho/Remoto):
Pontos Fortes:
1. Redução de Deslocamentos: Minimiza ou elimina a necessidade de deslocamentos diários, reduzindo as emissões de carbono associadas ao transporte.
2. Menor Consumo de Recursos no Escritório: Menos demanda por instalações de escritório, resultando em menor consumo de recursos.
Pontos Fracos:
1. Consumo de Eletricidade em Casa: Aumento do consumo de eletricidade nas residências, se as condições de trabalho em casa não forem otimizadas em termos de eficiência energética.
2. Descarte de Equipamentos Eletrônicos: Aumento do descarte de dispositivos eletrônicos devido à necessidade de equipamentos pessoais para o trabalho remoto.
Trabalho Híbrido:
Pontos Fortes:
1. Equilíbrio entre Presencial e Remoto: Permite uma combinação flexível de trabalho presencial e remoto, com benefícios de ambos os modelos.
2. Redução de Deslocamentos em Dias de Trabalho Remoto: Há uma redução nas emissões devido aos deslocamentos evitados.
Pontos Fracos:
1. Complexidade da Gestão: Pode ser desafiador gerenciar as equipes e manter uma cultura organizacional coesa com a flexibilidade do trabalho híbrido.
2. Variação no Consumo de Recursos: A eficiência em termos de recursos pode variar dependendo de como as organizações implementam o modelo híbrido.
Considerações Gerais:
1. Tecnologia e Infraestrutura: Todas as formas de trabalho dependem da tecnologia. A produção, o uso e o descarte de dispositivos eletrônicos podem ter impactos ambientais significativos.
2. Eficiência Energética: O uso eficiente de energia em escritórios, em casa e nos centros de dados é crucial para reduzir o impacto ambiental.
Em resumo, enquanto o trabalho remoto e híbrido oferecem oportunidades para reduzir as emissões associadas ao deslocamento diário, é crucial abordar os desafios específicos de cada modelo para garantir práticas sustentáveis. Isso inclui a implementação de políticas e práticas que visam a eficiência energética, a gestão adequada de dispositivos eletrônicos e a conscientização sobre o impacto ambiental das escolhas de trabalho
IPG – Quais os prós e contras da IA (Inteligência Artificial) para a sociedade e como ela pode contribuir para o exercício da cidadania?
ST – A Inteligência Artificial (IA) tem impactado a sociedade de várias formas, trazendo benefícios, mas também desafios e preocupações éticas. Seguem alguns prós e contras da IA para a sociedade, bem como maneiras pelas quais ela pode contribuir para o exercício da cidadania:
Prós da IA para a Sociedade:
1. Eficiência e Automação:
• Pró: A IA pode automatizar tarefas repetitivas e otimizar processos, aumentando a eficiência em diversas áreas, desde a indústria até os serviços.
2. Inovação em Saúde:
• Pró: Na área da saúde, a IA pode contribuir para diagnósticos mais rápidos e precisos, identificação de padrões em grandes conjuntos de dados e desenvolvimento de tratamentos personalizados.
3. Assistência ao Cliente e Chatbots:
• Pró: Chatbots e sistemas de IA podem oferecer assistência ao cliente 24 horas por dia, proporcionando respostas rápidas e eficientes.
4. Veículos Autônomos:
• Pró: Contribui para a redução de acidentes de trânsito e pode otimizar o transporte público, melhorando a segurança nas estradas.
5. Personalização de Conteúdo:
• Pró: A IA pode personalizar recomendações de conteúdo online, como filmes, música e notícias, melhorando a experiência do usuário.
Contras da IA para a Sociedade:
1. Desemprego e Mudança no Mercado de Trabalho:
• Contra: A automação impulsionada pela IA pode levar à substituição de empregos por máquinas, exigindo a requalificação de trabalhadores para novas funções.
2. Vieses e Discriminação:
• Contra: Algoritmos de IA podem refletir preconceitos existentes na sociedade, resultando em decisões discriminatórias, especialmente quando treinados em dados enviesados.
3. Privacidade e Vigilância:
• Contra: A coleta massiva de dados para alimentar algoritmos de IA pode levantar preocupações sobre privacidade e vigilância, especialmente se não houver regulamentações adequadas.
4. Desafios Éticos:
• Contra: Decisões automatizadas pela IA podem gerar dilemas éticos, como em casos de carros autônomos decidindo sobre situações de colisão.
5. Dependência Tecnológica:
• Contra: A crescente dependência da IA pode criar vulnerabilidades significativas, especialmente se sistemas críticos forem comprometidos.
Contribuições da IA para o Exercício da Cidadania:
1. Acesso à Informação:
• A IA pode facilitar o acesso à informação, ajudando os cidadãos a tomar decisões mais informadas sobre questões políticas, sociais e econômicas.
2. Engajamento Cívico:
• Ferramentas baseadas em IA podem impulsionar o engajamento cívico, fornecendo plataformas para participação pública, discussões online e feedback sobre políticas.
3. Análise de Dados para Políticas Públicas:
• A IA pode auxiliar na análise de grandes conjuntos de dados para informar políticas públicas mais eficazes, identificando áreas de necessidade e otimizando recursos.
4. Detecção de Fake News:
• Algoritmos de IA podem ajudar na detecção de notícias falsas, melhorando a qualidade da informação disponível para os cidadãos.
5. Aprimoramento dos Serviços Públicos:
• A IA pode ser usada para melhorar a eficiência dos serviços públicos, desde o atendimento ao cliente até a gestão de recursos.
Em última análise, a aplicação responsável e ética da IA é crucial para maximizar seus benefícios e minimizar seus impactos negativos. As políticas, discussões públicas e regulamentações desempenham um papel fundamental na orientação do desenvolvimento e uso da IA para o bem da sociedade.
IPG – Apesar das vantagens e, como qualquer nova ferramenta, a AI (Inteligência Artificial) pode ser mal utilizada, já tivemos exemplos recentemente. Então, qual deveria ser o papel da educação em relação às inovações digitais?
ST – O papel da educação em relação às inovações digitais, incluindo a Inteligência Artificial (IA), é fundamental para preparar os indivíduos para compreender, utilizar e abordar criticamente os impactos dessas tecnologias na sociedade. Cito aqui alguns aspectos do papel da educação nesse contexto:
1. Alfabetização Digital e em IA:
• A educação deve focar em desenvolver habilidades de alfabetização digital, incluindo o entendimento básico de como as tecnologias digitais funcionam e como os dados são coletados e utilizados. A alfabetização em IA é crucial para que as pessoas compreendam as decisões automatizadas tomadas por algoritmos.
2. Conscientização Ética:
• As escolas devem incluir a ética digital como parte integrante do currículo, ajudando os alunos a entenderem as implicações éticas do uso da tecnologia, incluindo questões relacionadas à privacidade, viés algorítmico e transparência.
3. Habilidades de Pensamento Crítico:
• A educação deve incentivar o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico para que os alunos possam avaliar criticamente informações online, entender os impactos sociais das inovações digitais e formar opiniões informadas.
4. Desenvolvimento de Habilidades Tecnológicas:
• As instituições educacionais devem oferecer programas que desenvolvam habilidades práticas em tecnologia, programação e uso de ferramentas digitais. Isso não apenas capacita os alunos para futuras carreiras, mas os torna mais capazes de entender e influenciar o mundo digital ao seu redor.
5. Inclusão Digital:
• A educação deve se esforçar para reduzir a lacuna digital, garantindo que todos os alunos tenham acesso igual a recursos digitais. Isso é crucial para evitar a exclusão de grupos socioeconômicos menos favorecidos.
6. Currículo Flexível e Adaptável:
• Dada a rápida evolução das tecnologias, os currículos educacionais devem ser flexíveis e adaptáveis para incorporar novas informações sobre inovações digitais à medida que surgem.
7. Abordagem Interdisciplinar:
• Incluir abordagens interdisciplinares na educação, conectando disciplinas como ciência da computação, ética, sociologia e ciências políticas. Isso permite uma compreensão mais holística das implicações sociais, éticas e políticas das inovações digitais.
8. Cidadania Digital Responsável:
• Promover a cidadania digital responsável, incentivando atitudes éticas, respeitosas e responsáveis no ambiente digital. Isso envolve compreender e respeitar os direitos e responsabilidades online.
9. Apoio Contínuo para Professores:
• Fornecer suporte contínuo e formação para professores, capacitando-os a integrar efetivamente as tecnologias digitais em suas práticas de ensino e orientar os alunos na compreensão e uso responsável dessas ferramentas.
10. Discussões e Diálogos Abertos:
• Criar ambientes de aprendizado que incentivem discussões abertas sobre questões éticas, sociais e políticas relacionadas à tecnologia, permitindo que os alunos expressem suas opiniões e compreendam diferentes perspectivas.
Concluindo, a educação desempenha um papel crucial na capacitação dos indivíduos para prosperar em uma sociedade digital. Uma abordagem abrangente que combine conhecimentos técnicos, habilidades éticas e pensamento crítico é essencial para garantir que os benefícios das inovações digitais sejam aproveitados de maneira responsável e inclusiva.
IPG– Você realizou algumas rodas de conversa, com a participação do Vice-Presidente do IPG, sobre tecnologia e meio ambiente, baseadas no autor Harari. Poderia explicar quais as questões tratadas pelo autor que podem ser aplicadas no âmbito de Petrópolis?
Sergio em uma das rodas de conversa do IPG
ST – Yuval Noah Harari é conhecido por suas obras como: “Sapiens: Uma Breve História da Humanidade”, “Homo Deus: Breve História do Amanhã” e, recentemente, “21 Lições para o Século XXI”. Embora ele aborde temas amplos relacionados à história e o futuro da humanidade, suas obras não necessariamente focam especificamente em questões locais ou cidades específicas. Dito isso, se estiver considerando a relação entre tecnologia, meio ambiente e questões locais, como a cidade de Petrópolis, é possível extrair conceitos gerais de Harari que podem ser aplicados em diferentes contextos. Aqui estão alguns princípios que podem ser relevantes:
1. Interconexão Global:
• Harari destaca como a globalização e a interconexão impactam as sociedades modernas. Isso pode ser aplicado a Petrópolis ao considerar como as tecnologias de comunicação e transporte afetam a cidade em termos de economia, cultura e ambiente.
2. Desafios Ambientais:
• O autor aborda este tema incluindo mudanças climáticas. Isso pode ser aplicado em Petrópolis, uma cidade que pode enfrentar questões relacionadas ao desmatamento, gestão de recursos hídricos e sustentabilidade em geral.
3. Impactos da Tecnologia:
• Harari discute como avanços tecnológicos, como Inteligência Artificial e biotecnologia, podem moldar o futuro da humanidade. Esses avanços também podem ter impactos locais em Petrópolis, influenciando setores como saúde, educação, transporte e gestão urbana.
4. Questões Éticas:
• Ele aborda questões éticas relacionadas ao uso da tecnologia, e, ao aplicar isso a Petrópolis, seria muito importante considerar como as decisões tecnológicas na cidade estão alinhadas com princípios éticos, especialmente quando se trata de coleta de dados, privacidade e automação.
5. Adaptação a Mudanças:
• Harari também destaca a necessidade de adaptação diante das mudanças rápidas na sociedade. Em Petrópolis, isso pode se traduzir na capacidade de se adaptar a transformações tecnológicas e ambientais, como a transição para práticas sustentáveis ou a implementação de soluções inovadoras.
Lembre-se de que, para uma análise mais específica e detalhada das questões em Petrópolis, é importante consultar fontes locais, dados e especialistas que tenham um entendimento aprofundado da situação atual na cidade, necessariamente a Defesa Civil, a Prefeitura de Petrópolis, os empresários e os órgãos e associações locais.
Abaixo algumas obras que Sergio indica como referência sobre o tema e que embasaram a entrevista.
(1)- “A ERA DAS MÁQUINAS ESPIRITUAIS”, de Ray Kurzweil (Editora Aleph).
(2)- “A SINGULARIDADE ESTÁ PRÓXIMA”, de Ray Kurzweil (ILUMINURAS / OBSERVATÓRIO ITAÚ CULTURAL).
(3)- “INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: DO ZERO AO METAVERSO”, de Martha Gabriel (gen | atlas).
(4)- “EDUCAÇÃO NA ERA DIGITAL: CONCEITOS, ESTRATÉGIAS E HABILIDADES”, de Martha Gabriel (gen | atlas).
(5)- “VOCÊ, EU E OS ROBÔS”, de Martha Gabriel (gen | atlas).
(6)- “A PRÓXIMA ONDA: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, PODER E O MAIOR DILEMA DO SÉCULO XXI”, de Mustafa Suleyman e Michael Bhaskar (RECORD).
(7)- “O QUE NOS TORNA HUMANOS: UMA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL RESPONDE ÀS PERGUNTAS MAIS IMPORTANTES DA VIDA”, de Iain S. Thomas e Jasmine Wang (LATITUDE). NOTA: Um livro elaborado a partir do ChatGPT-3.
(8)- “CHATGPT EXPLICADO: O GUIA DEFINITIVO SOBRE ESTA E OUTRAS INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAIS”, de Helbert Costa (CITADEL Grupo Editorial).
(9)- “PENSANDO O IMPENSÁVEL: COMO SOBREVIVER A UM PRESENTE CAÓTICO E PREPAPAR-SE PARA UM FUTURO PROMISSOR”, de Gil Giardelli (CITADEL Grupo Editorial).
(10)- “2030: COMO AS MAIORES TENDÊNCIAS DE HOJE VÃO COLIDIR COM O FUTURO DE TODAS AS COISAS E REMODELÁ-LAS”, de Mauro F. Guillén (ALTA CULT EDITORA).
(11)- “O LIVRO DO CLIMA”, criado por: Greta Thunberg (COMPANHIA DAS LETRAS).
(12)- “O MUNDO PÓS-PANDEMIA: REFLEXÕES SOBRE UMA NOVA VIDA”, organização de: José Roberto de Castro Neves (EDITORA NOVA FRONTEIRA).
(13)- “O PREÇO DO PÂNICO: COMO A TIRANIA DOS ESPECIALISTAS TRNASFORMOU UMA PANDEMIA EM UMA CATÁSTROFE”, de Douglas Axe | William M. Briggs | Jay W. Richards (LVM EDITORA).
(14)- “STEVE JOBS”, por Walter Isaacson (COMPANHIA DAS LETRAS).
(15)- “ELON MUSK”, por Walter Isaacson (INTRÍNSECA).