ENTREVISTA COM SERGIO TALDO. Criador do Ctrl+Café

IPG – O que o motivou a atuar nesta área?
ST: Minha motivação veio muito cedo, na fase de infância, quando comecei a descobrir “O POR QUÊ DAS COISAS?”, que era uma brincadeira muito interessante e acabei descobrindo como muitas coisas, realmente, funcionavam.
Já na Universidade Católica de Petrópolis – UCP, em fevereiro/1986, quando ingressei para estudar Engenharia Mecânica, comecei a estudar e compreender melhor o funcionamento de algumas máquinas e instrumentos usados em nossa vida diária, tais como: ferramentas, eletrodomésticos, máquinas de tornearia, automóveis e seus motores à combustão interna, aviões e suas turbinas à jato, e como todas essas coisas eram projetadas, desenhadas e fabricadas. Também, fiquei impressionado como era feito o sistema de impressão de cartões, para gerarmos código de programação em computadores e a realização de determinadas tarefas.
De lá prá cá, minha curiosidade tem sido aguçada e os impactos tecnológicos em nossa vida tem sido um dos meus focos de interesse, estudo e trabalho.
IPG – Quais os benefícios da tecnologia para a gestão participativa?
ST – A tecnologia desempenha um importante papel na promoção da gestão participativa, que é um modelo de administração que envolve a colaboração ativa dos membros da equipe na tomada de decisões e no processo de gestão. Cito alguns benefícios que a tecnologia pode proporcionar à gestão participativa:
1. Comunicação Eficiente:
• Ferramentas de comunicação online (e-mails, mensagens instantâneas e plataformas de colaboração), facilitam a troca rápida/eficiente de informações entre a equipe, promovendo transparência e inclusão.
2. Colaboração Remota:
• Equipes distribuídas geograficamente usam a tecnologia na colaboração eficaz, permitindo que todos contribuam independentemente de sua localização. Videoconferências, compartilhamento de documentos online e outras ferramentas colaborativas são essenciais.
3. Acesso a Dados e Informações:
• Sistemas de gestão de informação permitem acesso fácil e rápido a dados relevantes, permitindo que a equipe de trabalho tome decisões acertadas. Para uma gestão participativa baseada em informações precisas, isso é essencial.
4. Feedback em Tempo Real:
• Plataformas digitais possibilitam a coleta e análise de feedback em tempo real. Assim, ajustes rápidos e contínuos são realizados nas estratégias, promovendo uma gestão mais ágil.
5. Participação Virtual em Reuniões e Tomadas de Decisão:
• Ferramentas de videoconferência e plataformas de votação online possibilitam a participação remota em reuniões e processos de decisão. Isso é fundamental para a inclusão de membros de equipes que podem não estar fisicamente presentes.
6. Transparência:
• Sistemas de gestão e plataformas colaborativas proporcionam transparência nas operações e processos da empresa. Isso ajuda a construir confiança entre os membros do time e promove a participação ativa.
7. Inovação Colaborativa:
• Ambientes online facilitam a co-criação e inovação colaborativa. Sendo assim, a equipe pode contribuir com ideias e sugestões de maneira eficaz, independentemente de sua hierarquia.
8. Facilitação da Gestão de Projetos:
• Ferramentas de gestão de projetos online ajudam a coordenar atividades do time de trabalho, atribuir tarefas, acompanhar o progresso e garantir que todos estejam alinhados aos objetivos em comum.
9. Flexibilidade e Agilidade:
• A tecnologia estimula maior flexibilidade e agilidade na adaptação a mudanças e na implementação de novas abordagens, alinhando-se às necessidades dos times.
10. Desenvolvimento de Competências:
• Plataformas de aprendizado online e recursos digitais são usadas para o desenvolvimento de habilidades e competências dos membros da equipe, promovendo um ambiente de aprendizado contínuo.
Em resumo, a tecnologia desempenha um papel muito importante na viabilização e no aprimoramento da gestão participativa, oferecendo ferramentas que facilitam a comunicação, a colaboração e a tomada de decisões, contribuindo para o sucesso e a eficácia desse modelo de gestão.
IPG – Como fazer com que o acesso à tecnologia seja mais acessível? A pandemia mostrou como ainda é desigual esse acesso.
ST – A redução da desigualdade no acesso à tecnologia é um enorme desafio, especialmente após a pandemia, que ampliou as disparidades existentes. Cito algumas estratégias para tornar o acesso à tecnologia mais acessível:
1. Infraestrutura de Conectividade:
• Investir em banda larga acessível e infraestrutura de rede robusta, especialmente em áreas rurais e economicamente desfavorecidas.
2. Acesso a Dispositivos:
• Criar programas que forneçam dispositivos acessíveis, como laptops, tablets ou smartphones, para comunidades carentes, estudantes e famílias de baixa renda.
3. Iniciativas de Educação Digital:
•
- Iniciativas de Educação Digital:
• Desenvolver programas para capacitar as pessoas a usar a tecnologia de maneira eficaz, tais como: treinamentos, workshops e recursos online gratuitos. - Parcerias Público-Privadas:
• Estabelecer parcerias entre o setor público e privado, criando soluções inovadoras e acessíveis, onde empresas podem contribuir com recursos, conhecimento e tecnologia, apoiando iniciativas governamentais. - Planos de Acesso Subsidiado:
• Oferecer subsídios para famílias de baixa renda, garantindo que o custo não seja uma barreira para a conectividade. - Incentivar a Produção Local de Tecnologia:
• Desenvolver a tecnologia local, reduzindo custos e tornando os produtos mais acessíveis. Isso pode incluir a fabricação local de dispositivos e a criação de software de código aberto. - Bibliotecas e Espaços Comunitários Digitais:
• Estabelecer espaços equipados com computadores e acesso à internet, como bibliotecas públicas ou centros comunitários, de forma que as pessoas possam acessar recursos digitais. - Reciclagem de Dispositivos:
• Criar programas de reciclagem e recondicionamento de dispositivos eletrônicos, para redistribuí-los à comunidades que não têm acesso a tecnologia. - Desenvolver Conteúdo Localizado:
• Criar conteúdo digital relevante e localizado, considerando as necessidades específicas das comunidades, incluindo idiomas locais, temas culturalmente relevantes e aplicativos adaptados. - Incentivar a Inclusão Digital para Grupos Vulneráveis:
• Implementar programas para garantir a inclusão digital de grupos, como: idosos, pessoas com deficiência e comunidades indígenas. - Programas de Subsídios e Incentivos Fiscais:
• Oferecer subsídios e incentivos fiscais para empresas que desenvolvem soluções tecnológicas acessíveis e que contribuam para a redução da desigualdade digital. - Apoiar Iniciativas de Inovação Social:
• Investir em inovação social, com soluções criativas e acessíveis para resolver desafios relacionados ao acesso à tecnologia.
Essas estratégias, quando implementadas de forma coordenada e integrada, podem contribuir para reduzir as disparidades no acesso à tecnologia e promover a inclusão digital em diversas comunidades.
IPG – E para a sustentabilidade, como a tecnologia pode se tornar uma atividade mais “limpa”? Por exemplo: O trabalho em home office demonstrou um impacto ambiental negativo menor, pois o profissional diminui gastos com transporte, ou seja, menos combustível, consequentemente, menos CO2. Mas, o equipamento usado causou grandes impactos quando foi produzido.

ST – Para tornar a tecnologia uma atividade mais sustentável e “limpa”, é fundamental considerar todo o ciclo de vida dos produtos e processos tecnológicos. Vamos a algumas estratégias para mitigar os impactos ambientais da tecnologia:
1. Design Sustentável:
• Priorizar o desenvolvimento de produtos tecnológicos, considerando materiais de baixo impacto ambiental, facilidade de reciclagem, eficiência energética e durab…
IPG – Em relação à sustentabilidade, dê um panorama a respeito das formas de trabalho atuais: à distância, híbrido e presencial. Quais os pontos fracos e fortes destas formas que impactam o meio ambiente?
ST – As formas de trabalho atuais, como presencial, à distância (teletrabalho ou trabalho remoto) e híbrido, apresentam diferentes implicações ambientais. Aqui está um panorama geral dos pontos fortes e fracos de cada uma em termos de sustentabilidade:
Trabalho Presencial:
Pontos Fortes: Interações Face a Face: Promove interações sociais e colaboração direta, o que pode levar a um melhor entendimento e comunicação entre os membros da equipe.
Pontos Fracos: Deslocamento: Geralmente, envolve deslocamento diário, seja de carro, transporte público ou outros meios, contribuindo para emissões de gases de efeito estufa e poluição do ar.
2. Consumo de Recursos no Escritório: Uso de energia, água e outros recursos no local de trabalho físico.
Trabalho à Distância (Teletrabalho/Remoto):
Pontos Fortes:
1. Redução de Deslocamentos: Minimiza ou elimina a necessidade de deslocamentos diários, reduzindo as emissões de carbono associadas ao transporte.
2. Menor Consumo de Recursos no Escritório: Menos demanda por instalações de escritório, resultando em menor consumo de recursos.
Pontos Fracos:
1. Consumo de Eletricidade em Casa: Aumento do consumo de eletricidade nas residências, se as condições de trabalho em casa não forem otimizadas em termos de eficiência energética.
2. Descarte de Equipamentos Eletrônicos: Aumento do descarte de dispositivos eletrônicos devido à necessidade de equipamentos pessoais para o trabalho remoto.
Trabalho Híbrido:
Pontos Fortes:
1. Equilíbrio entre Presencial e Remoto: Permite uma combinação flexível de trabalho presencial e remoto, com benefícios de ambos os modelos.
2. Redução de Deslocamentos em Dias de Trabalho Remoto: Há uma redução nas emissões devido aos deslocamentos evitados.
Pontos Fracos:
1. Complexidade da Gestão: Pode ser desafiador gerenciar as equipes e manter uma cultura organizacional coesa com a flexibilidade do trabalho híbrido.
2. Variação no Consumo de Recursos: A eficiência em termos de recursos pode variar dependendo de como as organizações implementam o modelo híbrido.
Considerações Gerais:
1. Tecnologia e Infraestrutura: Todas as formas de trabalho dependem da tecnologia. A produção, o uso e o descarte de dispositivos eletrônicos podem ter impactos ambientais significativos.
2. Eficiência Energética: O uso eficiente de energia em escritórios, em casa e nos centros de dados é crucial para reduzir o impacto ambiental.
Em resumo, enquanto o trabalho remoto e híbrido oferecem oportunidades para reduzir as emissões associadas ao deslocamento diário, é crucial abordar os desafios específicos de cada modelo para garantir práticas sustentáveis. Isso inclui a implementação de políticas e práticas que visam a eficiência energética, a gestão adequada de dispositivos eletrônicos e a conscientização sobre o impacto ambiental das escolhas de trabalho
IPG – Quais os prós e contras da IA (Inteligência Artificial) para a sociedade e como ela pode contribuir para o exercício da cidadania?
ST – A Inteligência Artificial (IA) tem impactado a sociedade de várias formas, trazendo benefícios, mas também desafios e preocupações éticas. Seguem alguns prós e contras da IA para a sociedade, bem como maneiras pelas quais ela pode contribuir para o exercício da cidadania:
Prós da IA para a Sociedade:
1. Eficiência e Automação:
• Pró: A IA pode automatizar tarefas repetitivas e otimizar processos, aumentando a eficiência em diversas áreas, desde a indústria até os serviços.
2. Inovação em Saúde:
• Pró: Na área da saúde, a IA pode contribuir para diagnósticos mais rápidos e precisos, identificação de padrões em grandes conjuntos de dados e desenvolvimento de tratamentos personalizados.
3. Assistência ao Cliente e Chatbots:
• Pró: Chatbots e sistemas de IA podem oferecer assistência ao cliente 24 horas por dia, proporcionando respostas rápidas e eficientes.
4. Veículos Autônomos:
• Pró: Contribui para a redução de acidentes de trânsito e pode otimizar o transporte público, melhorando a segurança nas estradas.
5. Personalização de Conteúdo:
• Pró: A IA pode personalizar recomendações de conteúdo online, como filmes, música e notícias, melhorando a experiência do usuário.
Contras da IA para a Sociedade:
1. Desemprego e Mudança no Mercado de Trabalho:
• Contra: A automação impulsionada pela IA pode levar à substituição de empregos por máquinas, exigindo a requalificação de trabalhadores para novas funções.
2. Vieses e Discriminação:
• Contra: Algoritmos de IA podem refletir preconceitos existentes na sociedade, resultando em decisões discriminatórias, especialmente quando treinados em dados enviesados.
3. Privacidade e Vigilância:
• Contra: A coleta massiva de dados para alimentar algoritmos de IA pode levantar preocupações sobre privacidade e vigilância, especialmente se não houver regulamentações adequadas.
4. Desafios Éticos:
• Contra: Decisões automatizadas pela IA podem gerar dilemas éticos, como em casos de carros autônomos decidindo sobre situações de colisão.
5. Dependência Tecnológica:
• Contra: A crescente dependência da IA pode criar vulnerabilidades significativas, especialmente se sistemas críticos forem comprometidos.
Contribuições da IA para o Exercício da Cidadania:
1. Acesso à Informação:
• A IA pode facilitar o acesso à informação, ajudando os cidadãos a tomar decisões mais informadas sobre questões políticas, sociais e econômicas.
2. Engajamento Cívico:
• Ferramentas baseadas em IA podem impulsionar o engajamento cívico, fornecendo plataformas para participação pública, discussões online e feedback sobre políticas.
3. Análise de Dados para Políticas Públicas:
• A IA pode auxiliar na análise de grandes conjuntos de dados para informar políticas públicas mais eficazes, identificando áreas de necessidade e otimizando recursos.
4. Detecção de Fake News:
• Algoritmos de IA podem ajudar na detecção de notícias falsas, melhorando a qualidade da informação disponível para os cidadãos.
5. Aprimoramento dos Serviços Públicos:
• A IA pode ser usada para melhorar a eficiência dos serviços públicos, desde o atendimento ao cliente até a gestão de recursos.
Em última análise, a aplicação responsável e ética da IA é crucial para maximizar seus benefícios e minimizar seus impactos negativos. As políticas, discussões públicas e regulamentações desempenham um papel fundamental na orientação do desenvolvimento e uso da IA para o bem da sociedade.
IPG – Apesar das vantagens e, como qualquer nova ferramenta, a AI (Inteligência Artificial) pode ser mal utilizada, já tivemos exemplos recentemente. Então, qual deveria ser o papel da educação em relação às inovações digitais?
ST – O papel da educação em relação às inovações digitais, incluindo a Inteligência Artificial (IA), é fundamental para preparar os indivíduos para compreender, utilizar e abordar criticamente os impactos dessas tecnologias na sociedade. Cito aqui alguns aspectos do papel da educação nesse contexto:
1. Alfabetização Digital e em IA:
• A educação deve focar em desenvolver habilidades de alfabetização digital, incluindo o entendimento básico de como as tecnologias digitais funcionam e como os dados são coletados e utilizados. A alfabetização em IA é crucial para que as pessoas compreendam as decisões automatizadas tomadas por algoritmos.
2. Conscientização Ética:
• As escolas devem incluir a ética digital como parte integrante do currículo, ajudando os alunos a entenderem as implicações éticas do uso da tecnologia, incluindo questões relacionadas à privacidade, viés algorítmico e transparência.
3. Habilidades de Pensamento Crítico:
• A educação deve incentivar o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico para que os alunos possam avaliar criticamente informações online, entender os impactos sociais das inovações digitais e formar opiniões informadas.
4. Desenvolvimento de Habilidades Tecnológicas:
• As instituições educacionais devem oferecer programas que desenvolvam habilidades práticas em tecnologia, programação e uso de ferramentas digitais. Isso não apenas capacita os alunos para futuras carreiras, mas os torna mais capazes de entender e influenciar o mundo digital ao seu redor.
5. Inclusão Digital:
• A educação deve se esforçar para reduzir a lacuna digital, garantindo que todos os alunos tenham acesso igual a recursos digitais. Isso é crucial para evitar a exclusão de grupos socioeconômicos menos favorecidos.
6. Currículo Flexível e Adaptável:
• Dada a rápida evolução das tecnologias, os currículos educacionais devem ser flexíveis e adaptáveis para incorporar novas informações sobre inovações digitais à medida que surgem.
7. Abordagem Interdisciplinar:
• Incluir abordagens interdisciplinares na educação, conectando disciplinas como ciência da computação, ética, sociologia e ciências políticas. Isso permite uma compreensão mais holística das implicações sociais, éticas e políticas das inovações digitais.
8. Cidadania Digital Responsável:
• Promover a cidadania digital responsável, incentivando atitudes éticas, respeitosas e responsáveis no ambiente digital. Isso envolve compreender e respeitar os direitos e responsabilidades online.
9. Apoio Contínuo para Professores:
• Fornecer suporte contínuo e formação para professores, capacitando-os a integrar efetivamente as tecnologias digitais em suas práticas de ensino e orientar os alunos na compreensão e uso responsável dessas ferramentas.
10. Discussões e Diálogos Abertos:
• Criar ambientes de aprendizado que incentivem discussões abertas sobre questões éticas, sociais e políticas relacionadas à tecnologia, permitindo que os alunos expressem suas opiniões e compreendam diferentes perspectivas.
Concluindo, a educação desempenha um papel crucial na capacitação dos indivíduos para prosperar em uma sociedade digital. Uma abordagem abrangente que combine conhecimentos técnicos, habilidades éticas e pensamento crítico é essencial para garantir que os benefícios das inovações digitais sejam aproveitados de maneira responsável e inclusiva.
IPG – Você realizou algumas rodas de conversa, com a participação do Vice-Presidente do IPG, sobre tecnologia e meio ambiente, baseadas no autor Harari. Poderia explicar quais as questões tratadas pelo autor que podem ser aplicadas no âmbito de Petrópolis?

ST – Yuval Noah Harari é conhecido por suas obras como: “Sapiens: Uma Breve História da Humanidade”, “Homo Deus: Breve História do Amanhã” e, recentemente, “21 Lições para o Século XXI”. Embora ele aborde temas amplos relacionados à história e o futuro da humanidade, suas obras não necessariamente focam especificamente em questões locais ou cidades específicas. Dito isso, se estiver considerando a relação entre tecnologia, meio ambiente e questões locais, como a cidade de Petrópolis, é possível extrair conceitos gerais de Harari que podem ser aplicados em diferentes contextos. Aqui estão alguns princípios que podem ser relevantes:
1. Interconexão Global:
• Harari destaca como a globalização e a interconexão impactam as sociedades modernas. Isso pode ser aplicado a Petrópolis ao considerar como as tecnologias de comunicação e transporte afetam a cidade em termos de economia, cultura e ambiente.
2. Desafios Ambientais:
• O autor aborda este tema incluindo mudanças climáticas. Isso pode ser aplicado em Petrópolis, uma cidade que pode enfrentar questões relacionadas ao desmatamento, gestão de recursos hídricos e sustentabilidade em geral.
3. Impactos da Tecnologia:
• Harari discute como avanços tecnológicos, como Inteligência Artificial e biotecnologia, podem moldar o futuro da humanidade. Esses avanços também podem ter impactos locais em Petrópolis, influenciando setores como saúde, educação, transporte e gestão urbana.
4. Questões Éticas:
• Ele aborda questões éticas relacionadas ao uso da tecnologia, e, ao aplicar isso a Petrópolis, seria muito importante considerar como as decisões tecnológicas na cidade estão alinhadas com princípios éticos, especialmente quando se trata de coleta de dados, privacidade e automação.
5. Adaptação a Mudanças:
• Harari também destaca a necessidade de adaptação diante das mudanças rápidas na sociedade. Em Petrópolis, isso pode se traduzir na capacidade de se adaptar a transformações tecnológicas e ambientais, como a transição para práticas sustentáveis ou a implementação de soluções inovadoras.
Lembre-se de que, para uma análise mais específica e detalhada das questões em Petrópolis, é importante consultar fontes locais, dados e especialistas que tenham um entendimento aprofundado da situação atual na cidade, necessariamente a Defesa Civil, a Prefeitura de Petrópolis, os empresários e os órgãos e associações locais.
Abaixo algumas obras que Sergio indica como referência sobre o tema e que embasaram a entrevista.
(1)- “A ERA DAS MÁQUINAS ESPIRITUAIS”, de Ray Kurzweil (Editora Aleph).
(2)- “A SINGULARIDADE ESTÁ PRÓXIMA”, de Ray Kurzweil (ILUMINURAS / OBSERVATÓRIO ITAÚ CULTURAL).
(3)- “INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: DO ZERO AO METAVERSO”, de Martha Gabriel (gen | atlas).
(4)- “EDUCAÇÃO NA ERA DIGITAL: CONCEITOS, ESTRATÉGIAS E HABILIDADES”, de Martha Gabriel (gen | atlas).
(5)- “VOCÊ, EU E OS ROBÔS”, de Martha Gabriel (gen | atlas).
(6)- “A PRÓXIMA ONDA: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, PODER E O MAIOR DILEMA DO SÉCULO XXI”, de Mustafa Suleyman e Michael Bhaskar (RECORD).
(7)- “O QUE NOS TORNA HUMANOS: UMA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL RESPONDE ÀS PERGUNTAS MAIS IMPORTANTES DA VIDA”, de Iain S. Thomas e Jasmine Wang (LATITUDE). NOTA: Um livro elaborado a partir do ChatGPT-3.
(8)- “CHATGPT EXPLICADO: O GUIA DEFINITIVO SOBRE ESTA E OUTRAS INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAIS”, de Helbert Costa (CITADEL Grupo Editorial).
(9)- “PENSANDO O IMPENSÁVEL: COMO SOBREVIVER A UM PRESENTE CAÓTICO E PREPAPAR-SE PARA UM FUTURO PROMISSOR”, de Gil Giardelli (CITADEL Grupo Editorial).
(10)- “2030: COMO AS MAIORES TENDÊNCIAS DE HOJE VÃO COLIDIR COM O FUTURO DE TODAS AS COISAS E REMODELÁ-LAS”, de Mauro F. Guillén (ALTA CULT EDITORA).
(11)- “O LIVRO DO CLIMA”, criado por: Greta Thunberg (COMPANHIA DAS LETRAS).
(12)- “O MUNDO PÓS-PANDEMIA: REFLEXÕES SOBRE UMA NOVA VIDA”, organização de: José Roberto de Castro Neves (EDITORA NOVA FRONTEIRA).
(13)- “O PREÇO DO PÂNICO: COMO A TIRANIA DOS ESPECIALISTAS TRNASFORMOU UMA PANDEMIA EM UMA CATÁSTROFE”, de Douglas Axe | William M. Briggs | Jay W. Richards (LVM EDITORA).
(14)- “STEVE JOBS”, por Walter Isaacson (COMPANHIA DAS LETRAS).
(15)- “ELON MUSK”, por Walter Isaacson (INTRÍNSECA).